Seginus é um laboratório vivo. O mundo mantém, entre a terceira e a quarta dimensão, o desenvolvimento de répteis em forma primitiva — dinossauros e similares.
Não é um planeta que ficou para trás na evolução. É uma configuração mantida artificialmente, semelhante à da Terra há cerca de noventa milhões de anos, sustentada por tecnologia da Confederação num nível que o registro descreve como muito além da compreensão humana.
Muitas espécies que existiram aqui e desapareceram continuam vivas ali. O Tiranossauro Rex está entre as citadas nominalmente.
Vários povos da galáxia usam Seginus para estudar a evolução das diferentes formas de vida. É um arquivo biológico funcionando em tempo real — o equivalente vivo do que, na Terra, só existe como fóssil.
A implicação incomoda: o passado extinto de um planeta pode continuar existindo em outro, mantido de propósito, para que alguém possa consultá-lo.