Em Alfa Pintor convivem, na mesma sexta dimensão, as duas pontas de uma mesma tragédia: os Zetas e os Grays que deles descendem.
Os Grays não são uma espécie independente. São uma degeneração — o produto do que os draconianos fizeram com os antigos Zetas capturados, usando-os como escravos e como material de pesquisa genética. O processo retirou-lhes a capacidade de reprodução natural. Multiplicam-se por clonagem, através da tecnologia reptiliana que os criou, e dependem dela para continuar existindo.
Os Zetas remanescentes assumiram a missão de resgatar e libertar esses antepassados mutilados. Em Pintor, essa proximidade é literal: as duas linhagens partilham o mesmo sistema.
É um dos poucos registros do catálogo em que predador e presa não estão em lados opostos de uma guerra, mas na mesma família, separados por aquilo que um terceiro fez com eles.